Sistema de freio nasal para sonda nasoenteral Bridle-Pro® na prática clínica

Após a fixação de sonda nasoenteral, sua remoção não planejada da sonda nasoenteral ocorre com frequência em ambientes hospitalares.
Por esse motivo, equipes assistenciais buscam estratégias que preservem a continuidade da terapia nutricional e reduzam a necessidade de novos procedimentos.

Nesse contexto, o sistema de freio nasal para sonda nasoenteral Bridle-Pro®, fabricado nos Estados Unidos pela AMT e distribuído no Brasil pela MedicalLog, contribui para maior estabilidade do acesso enteral.


Além disso, estudos clínicos analisam dispositivos de fixação nasal com o objetivo de reduzir deslocamentos involuntários.

Em pacientes críticos ou com alterações neurológicas, a manutenção adequada da sonda torna-se essencial.
Assim, a previsibilidade do suporte nutricional pode influenciar diretamente a evolução clínica.

Evidência científica sobre a fixação de sonda nasoenteral Bridle-Pro®

A importância da fixação adequada da sonda nasoenteral é respaldada por evidências científicas recentes. Um estudo brasileiro publicado na revista BMJ Open Quality avaliou estratégias para reduzir complicações relacionadas à nutrição enteral em pacientes críticos. Entre as intervenções implementadas estava a utilização de sistemas de fixação nasal (nasal bridle), associada a treinamentos da equipe assistencial e protocolos estruturados de cuidado.

Os resultados demonstraram redução significativa das complicações relacionadas às sondas nasoenterais, além de diminuição de eventos adversos, redução do tempo de internação e impacto positivo nos custos hospitalares. Segundo os autores, a adoção de estratégias estruturadas para prevenção de deslocamentos acidentais pode contribuir para maior segurança do paciente, continuidade da terapia enteral e melhoria dos desfechos clínicos.

Um outro estudo publicado no JPEN Journal of Parenteral and Enteral Nutrition avaliou o impacto do uso de sistemas de fixação nasal.
Para isso, os pesquisadores compararam a fixação tradicional com fita adesiva ao uso de um sistema de freio nasal.

Dessa forma, os dados sugerem benefício clínico relacionado à estabilidade do dispositivo enteral. Consequentemente, a manutenção do acesso pode favorecer maior continuidade do suporte nutricional.

Continuidade da nutrição enteral com sistema de freio nasal para sonda nasoenteral Bridle-Pro®

A remoção acidental da sonda pode interromper a terapia nutricional e exigir reposicionamentos adicionais.
Além disso, o paciente pode apresentar maior desconforto e necessidade de exames complementares.

Por isso, equipes assistenciais consideram estratégias que promovam estabilidade do acesso enteral.
Esse cuidado torna-se ainda mais relevante em unidades de terapia intensiva.

Com esse objetivo, a AMT desenvolveu o sistema de freio nasal para sonda enteral Bridle-Pro®.
Seu mecanismo de fixação atua para reduzir deslocamentos involuntários e apoiar a segurança do cuidado.

Indicações clínicas

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Paciente dos Estados Unidos. Autor: AMT.

O profissional de saúde pode indicar o dispositivo para pacientes com maior risco de remoção acidental.
Por exemplo, pacientes com agitação psicomotora ou déficit neurológico podem se beneficiar dessa estratégia.

Além disso, o uso também pode ser considerado em situações que exigem suporte nutricional prolongado.
Nesses casos, a estabilidade do posicionamento favorece maior previsibilidade terapêutica.

Considerações clínicas

A equipe assistencial deve avaliar individualmente o método de fixação mais adequado.
Para isso, é importante considerar o perfil clínico do paciente e a experiência do serviço.

Estudos clínicos indicam que sistemas de freio nasal reduzem eventos adversos relacionados à remoção da sonda.
Assim, a adoção dessas tecnologias pode apoiar a segurança e a continuidade da terapia nutricional.

Nesse cenário, o sistema de freio nasal para sonda enteral Bridle Pro® integra um conjunto de soluções voltadas à prática clínica baseada em evidências.


Portanto, seu uso deve sempre estar alinhado aos protocolos institucionais.

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